A ALSO utiliza o método de perfuração horizontal não destrutiva (MND) que consiste num processo onde aumenta o nível de produtivida...
NATAN LIRA
Mogi das Cruzes fechou o mês de julho com saldo positivo de contratações na área da construção civil. Segundo pesquisa realizada pelo sindicato da categoria em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a Cidade criou cinco vagas naquele mês. A variação em relação a junho, quando a Cidade havia fechado o balanço mensal com 12 empregos a menos, foi de 0,11%. O estudo mostrou ainda que há 4.465 pessoas empregadas no ramo em Mogi. As informações são baseadas nos dados do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE). O melhor resultado ficou para Poá, que abriu 12 postos de trabalho e mantém estoque de 1.481 empregados no setor.
O Sindicato da Indústria de Construção Civil (Sinduscon-SP) aferiu os dados em cinco cidades do Alto Tietê. Pela ordem, Guararema registrou a maior perda, com menos 31 postos de trabalho, seguida por Suzano (-28) e Itaquaquecetuba (-14).
Em julho, na comparação com junho, registraram alta na Região os segmentos de infraestrutura (1,04%), preparação de terreno (0,81%) e engenharia e arquitetura (0,77%). Na outra ponta, obras de instalação e incorporação de imóveis tiveram baixa de 1,32% e 0,27%, respectivamente.
Os dados dos últimos 12 meses revelam que todos os setores apresentam queda, sendo as maiores baixas em imobiliário (-13,66%), obras de acabamento (-11,97%) e preparação de terreno (-10,55%).
Estado
Com a alta de 0,09% no emprego em julho na comparação com o mês anterior, o estoque de trabalhadores foi de 674,8 mil em julho para 675,4 mil (585). Em 12 meses, são menos 72.578 trabalhadores no setor (-9,70%). Desconsiderando a sazonalidade, houve redução de 0,46% (-3.102 vagas). Na Capital, que responde por 42,97% do total de empregos no setor, a queda em julho na comparação com o mês anterior foi de 0,24% (-709 vagas). Em 12 meses, São Paulo registra retração de 11,58% (-37.998 vagas).
Entre as Regionais do SindusCon-SP, Santos (-0,96%), Presidente Prudente (-0,75%) e Ribeirão Preto (-0,38%) tiveram baixa. As maiores altas foram em Santo André (1,41%) e São José dos Campos (1,09%).
Fonte: http://odiariodemogi.com.br/construcao-civil-em-mogi-registra-saldo-positivo-de-emprego-em-julho/
NATAN LIRA Mogi das Cruzes fechou o mês de julho com saldo positivo de contratações na área da construção civil. Segundo pesquisa realiz...
Depois de 23.953 sugestões da sociedade, a versão final do plano de metas da gestão Doria corrigiu problemas apontados por especialistas em seu texto inicial, como falta de números claros
para acompanhar os objetivos, falta de regionalização das metas, de indicação de recursos para realizá-las e de obras maiores previstas.
Agora, o documento tem 53 metas –eram 50– e inclui a construção de 72 km de corredores de ônibus, entrega de dois hospitais em Parelheiros (zona sul) e Brasilândia (zona norte) –ambos iniciados na gestão Haddad. Uma nova meta é a criação de 2 mil vagas de tratamento para usuários de drogas.
Na visão de Américo Sampaio, gestor de projetos da Rede Nossa São Paulo, o programa final está melhor do que a versão preliminar, mas ainda aquém das necessidades da cidade. “O processo de participação trouxe ganhos. A regionalização, a indicação do orçamento, a descrição das metas foram pontos que melhoraram”, disse. Para ele, a área da cultura é emblemática. “Foi a área com mais contribuições e ficou com apenas duas metas.”
Creches
Para creches, o plano prevê a criação de 85,5 mil vagas por meio de convênios com OSs (organizações sociais). “Não zera a fila atual de 88 mil vagas”, disse Alessandra Gotti, consultora do Movimento Todos pela Educação. Ela considerou importante a regionalização da meta –há demarcação de vagas a serem criadas por prefeitura regional. “Lutamos para que isso fosse feito.”
Agora, o documento tem 53 metas –eram 50– e inclui a construção de 72 km de corredores de ônibus, entrega de dois hospitais em Parelheiros (zona sul) e Brasilândia (zona norte) –ambos iniciados na gestão Haddad. Uma nova meta é a criação de 2 mil vagas de tratamento para usuários de drogas.
Na visão de Américo Sampaio, gestor de projetos da Rede Nossa São Paulo, o programa final está melhor do que a versão preliminar, mas ainda aquém das necessidades da cidade. “O processo de participação trouxe ganhos. A regionalização, a indicação do orçamento, a descrição das metas foram pontos que melhoraram”, disse. Para ele, a área da cultura é emblemática. “Foi a área com mais contribuições e ficou com apenas duas metas.”
Creches
Para creches, o plano prevê a criação de 85,5 mil vagas por meio de convênios com OSs (organizações sociais). “Não zera a fila atual de 88 mil vagas”, disse Alessandra Gotti, consultora do Movimento Todos pela Educação. Ela considerou importante a regionalização da meta –há demarcação de vagas a serem criadas por prefeitura regional. “Lutamos para que isso fosse feito.”
Fonte;https://www.metrojornal.com.br/foco/2017/07/12/plano-de-metas-regionalizadas.html
Depois de 23.953 sugestões da sociedade, a versão final do plano de metas da gestão Doria corrigiu problemas apontados por especialista...
Para a indústria da construção civil, o governo não precisa de muito esforço para estimular o segmento como tentativa de reanimar a economia. A principal reivindicação do setor é o pagamento de quase R$ 7 bilhões em atraso das obras públicas, o que já seria suficiente para dar fôlego às construtoras.
O governo estuda medidas para estimular o setor, que responde rápido aos incentivos, como forma de retomar o crescimento. A nova estratégia foi batizada no Planalto de "novo PAC", o Programa de Aceleração do Crescimento lançado em 2007.
"Colocar em dia os pagamentos dos atrasos já seria um novo PAC", afirma o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, José Carlos Martins. "Seria o suficiente para recuperar as empresas que estão morrendo. O principal ponto é simplesmente cumprir um compromisso", diz Martins.
Segundo números do setor, o governo fechou 2015 com dívida de R$ 3 bilhões em contratos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), R$ 1,8 bilhão do Ministério das Cidades em obras de saneamento, R$ 1,5 bilhão do Ministério da Integração e R$ 400 milhões da Valec, estatal que cuida de ferrovias. Esse valor de R$ 6,7 bilhões considera apenas as obras que foram efetivamente executadas e faturadas.
P ara a indústria da construção civil , o governo não precisa de muito esforço para estimular o segmento como tentativa de rean...
Para tentar reverter o pessimismo apontado pelos indicadores econômicos, a presidente Dilma Rousseff planeja apresentar ainda neste mês medidas e propostas que ajudem a retomar o crescimento e animar a economia, mas sem abandonar o ajuste fiscal que desde o início do segundo mandato tenta implementar. O plano já é tratado no Palácio do Planalto como uma espécie de "novo PAC" e tem como prioridade estimular o setor de construção civil.
A expressão refere-se ao Programa de Aceleração do Crescimento, criado em 2007 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva para estimular a economia e posteriormente usado para ajudar a eleger a então ministra da Casa Civil Dilma Rousseff à Presidência da República.
Para o Planalto, a escolha pela construção civil se deve à capacidade do setor de, uma vez estimulado, reagir mais rapidamente e, com isso, criar empregos.
Fora isso, o setor também foi o que mais eliminou postos de trabalho em 2015, com cerca de 500 mil demissões — o pior resultado da história. Dentre as principais demandas das empresas para voltar a crescer estão a retomada de projetos como a terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida e a quitação de obras já executadas.
Para tentar reverter o pessimismo apontado pelos indicadores econômicos, a presidente Dilma Rousseff planeja apresentar ainda neste...
Setor da construção civil promove série de cursos e palestras
Serão três cursos e uma palestra.
Inscrições podem ser feitas pela internet.
A Central de Serviços do Sinduscon-PA (Sindicato da Indústria da Construção do Pará) abriu inscrições para três cursos e uma palestra, em Belém. O primeiro, Leitura e Interpretação de Projetos da Construção Civil, será realizado de 11 a 22 e tem o objetivo de capacitar profissionais da construção civil. Seu conteúdo oferece técnicas para aprender a ler e interpretar os projetos da área, além de fazer levantamentos quantitativos. Inscrições aqui.
De 18 a 20, o curso Gestão por Indicadores em Recursos Humanos (RH) para o Setor da Construção Civil oferece abordagem conceitual e prática voltada para uma gestão embasada na implantação e acompanhamento de indicadores que, por meio de ferramentas simples, possibilitarão analisar dados que contribuirão na identificação de possíveis desvios, permitindo ao gestor condições de tomada de decisão.
No curso Gerenciamento da Produtividade na Construção Civil, que será realizado de 25 a 29, serão abordadas as características e dificuldades da construção, a avaliação e seleção da obra e o controle de produção, utilizando ferramentas da “filosofia lean”.
Palestra
Abrindo a campanha institucional “Construa um sorriso, doe um brinquedo”, cujos donativos são entregues ao final do ano no período de Natal, o Sinduscon-PA oferece no dia 27 a palestra "Borracha Líquida - Impermeabilização, Proteção Térmica, Acústica e Anticorrosão”, cuja proposta é mostrar os benefícios que a borracha líquida propicia aos seus empreendimentos e negócios pelo alto nível de qualidade e confiabilidade contra falhas a longo prazo, por exemplo. Para a palestra, os interessados podem fazer inscrição apenas com a doação de um brinquedo.
Serviço:
Inscrições na sede do Sinduscon, localizada na Travessa Dr Moraes, 103 – entre as Avenidas José Malcher e Nazaré. Informações: 3241-8383 e 98162-1664. Inscrições aqui
Setor da construção civil promove série de cursos e palestras Serão três cursos e uma palestra. Inscrições podem ser feitas pela...


A ALSO utiliza o método de perfuração horizontal não destrutiva (MND) que consiste num processo onde aumenta o nível de produtividade das obras, diminuem o impacto ambiental, pois evita a aberturas de valas e danos à pavimentação.
• Implantação de dutos subterrâneos para condução de gás, esgoto, óleo combustível, telefonia e outras finalidades.

